sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Deputados do Partido Verde estão entre os mais influentes do Congresso Nacional
Os deputados do Partido Verde, Sarney Filho e Penna, estão entre os parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP). A publicação intitulada os “100 Cabeças do Congresso Nacional” de 2013 está em sua 20º edição e foi divulgada nesta terça-feira, 6. O Diap aponta aqueles parlamentares que se diferenciam dos demais pelo exercício de qualidades e habilidades, tais como: saber, senso de oportunidade, capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações e, principalmente, facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão. Pelo terceiro ano consecutivo, o líder da bancada do PV, deputado Sarney Filho (MA), está entre os 100 parlamentares que exercem real influência no processo decisório. Ele destaca-se como um dos principais “articuladores” do Congresso. De acordo com o DIAP, são parlamentares que têm “excelente trânsito nas diversas correntes políticas, cuja facilidade de interpretar o pensamento da maioria os credencia a ordenar e criar as condições para o consenso”. “Este reconhecimento renova minha disposição em continuar lutando por melhores condições de vida para os brasileiros, com base no desenvolvimento sustentável. Para enfrentar os desafios enormes que temos pela frente, é fundamental continuar contando com o apoio de todos”, afirmou o deputado. A lista aponta ainda outros 50 parlamentares em “ascensão” no Poder Legislativo. De acordo com o Diap, pode-se afirmar que esses parlamentares estariam entre os 150 mais influentes do Congresso Nacional. Figura na lista, o presidente nacional do PV e da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, deputado Penna (SP). “Estou muito feliz em ser reconhecido pelo terceiro ano consecutivo como um parlamentar em ascensão pelo Diap, uma entidade extremamente séria. Este reconhecimento vem coroar meu trabalho à frente da Comissão do Meio Ambiente e minha luta em prol de outras bandeiras do Partido Verde, como os direitos indígenas, a liberdade religiosa, o respeito à diversidade e o desenvolvimento da economia criativa”, afirmou Penna. Parlamentar em “ascensão” é aquele parlamentar que tem aberto canais de interlocução, criado seus próprios espaços e se credenciado para o exercício de lideranças formais ou informais no âmbito do Parlamento. A publicação impressa será lançada na primeira quinzena de agosto. Entre os 100 parlamentares que comandam o processo decisório no Congresso, 61 são deputados e 39 são senadores. Fonte: Assessoria de Imprensa da Liderança do Partido Verde na Câmara Federal - See more at: http://pv.org.br/2013/08/08/verdes-estao-entre-os-mais-influentes-do-congresso/#sthash.Vx38XSxO.dpuf
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Punição para quem joga lixo nas ruas
Após dois adiamentos, começou a valer hoje no município do Rio de Janeiro a medida que pune com multa quem joga lixo nas ruas. O programa Lixo Zero começou no Centro e até o meio da tarde (15h30) desta terça-feira (20), foram aplicadas 98 multas para cidadãos que não esperaram chegar na lixeira para se livrar do lixo. Ninguém foi levado à delegacia por se recusar a fornecer o CPF.
A medida está prevista na Lei de Limpeza Urbana nº 3273, de 2011, mas que até agora não tinha sido aplicada.
A distribuição da multa funcionará assim: para resíduos menores que uma lata de cerveja, a multa é de 157 reais. Até um metro cúbico, 392 reais e acima de um metrô cúbico, como um sofá de 3 lugares, a infração custará ao infrator 980 reais. Volumes maiores, como depósito de entulho, a multa é de 3 mil reais.
As principais vias do Centro da Cidade foram percorridas por 58 equipes: todas formadas por 1 funcionário da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana), 1 guarda municipal e 1 Policial Militar. O equipamento registra o número do CPF do infrator e imprime a multa na hora.
O Rio conta com 30 mil lixeiras espalhadas pela cidade. A Comlurb acaba de adquirir, via pregão eletrônico, mais 7 mil lixeiras, que já começaram a ser instaladas nas ruas de Bangu, Campo Grande, Centro, Copacabana, Ipanema, Laranjeiras, Leblon, Méier e Tijuca. “O trabalho de instalação terá continuidade em todos os bairros da cidade, inclusive nos pontos citados”, informa a empresa através de sua assessoria de imprensa.
No Centro, são mais de 300. As duas principais vias do Centro, Avenida Rio Branco e Avenida Presidente Vargas, são varridas 4 vezes por dia e recebem cerca de 1,3 toneladas de lixo por dia. A limpeza com as ruas e das praias custa 60 milhões por ano ao município.
O cidadão que for multado e quiser recorrer deve se dirigir a Ouvidoria da Comlurb, na Rua Major Avila 358, Tijuca. Para acompanhar o processo administrativo da multa, a empresa disponibilizou na internet a página: http://comlurbweb.rio.rj.gov.br/extranet/lixozero/moduloInfrator/. É só lançar o CPF para o caso de pedir 2ª via da multa, consultar recursos e outras multas.
Nos últimos 2 meses, a Prefeitura fez campanhas em praias e em ruas para orientar sobre a nova medida e mostrar o porquê dela. Em alguns bairros, fiscais abordavam quem tinha acabado de jogar lixo no chão, explicando que quando a norma entrasse em vigor, a inflação seria punida por multa. Na campanha mais famosa, realizada no dia 4 de agosto, a Comlurb só recolheu o lixo de caçambas e dos quiosques da praia de Ipanema, uma das praias mais famosas do mundo, deixando a areia da praia do jeito que estava. Durante um dia, quem passava pelo local podia ver a quantidade de sujeira, a maioria deixada pelos banhistas. Nos 1250 metros entre o canal de Jardim de Alah até o trecho próximo a rua Vinícius de Moraes, foram recolhidos 2,7 toneladas de lixo.
De acordo com a Prefeitura, as ações de fiscalização vão acontecer todos os dias, das 7h às 22h da noite. A partir de setembro, a Operação Lixo Zero também acontecerá nos bairros de Ipanema, Leblon e Lagoa, com 178 fiscais. Em seguida, 126 fiscais atuarão em Copacabana. Botafogo, Catete e Glória receberão 74 agentes. Também está previsto o emprego de 33 profissionais para atuar nas praias da Zona Sul. A atuação na Zona Norte da cidade só acontecerá numa segunda etapa do programa.
Fonte : O Ecco
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
bb
Estimativa da Abrelpe garante que, se o Brasil não acelerar o ritmo das mudanças no setor de gestão de resíduos sólidos, cerca de 40% do lixo produzido pela população continuará a ser descartado de forma incorreta em 2014, quando vence o prazo dado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos para que as cidades acabem com os lixões. A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) apresentou estimativa que revela que o Brasil ainda deixa muito a desejar quando o assunto é a gestão de resíduos sólidos. Segundo a avaliação, o país avança lentamente no setor e, se não acelerar o ritmo, terá apenas 60% de seu lixo sendo destinado corretamente em 2014 – ano em que, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), todos os municípios brasileiros deveriam estar com seus lixões desativados e substituídos por aterros sanitários. Ainda segundo a estimativa da Abrelpe, no ritmo em que está, o Brasil só vai conseguir universalizar a coleta de resíduos urbanos em 2020 ou mais. “A perspectiva da Abrelpe leva em conta as médias nacionais de gestão de resíduos. O Brasil é um país continental e as diferenças regionais são gritantes nesse setor, o que significa que o processo de universalização da coleta de resíduos urbanos pode atrasar ainda mais”, explica Carlos Silva Filho, diretor executivo da Associação. Divulgado em maio, o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2012 apontou que o país deu destino incorreto a quase 24 milhões de toneladas de lixo no ano passado, o que equivale a 168 estádios do Maracanã lotados. Fonte : diHITT. - See more at: http://pv.org.br/2013/08/15/apenas-60-do-lixo-do-brasil-tera-destino-correto-em-2014/#sthash.frkw2XQY.dpuf
Apenas 60% do lixo do Brasil terá destino correto em 2014
Estimativa da Abrelpe garante que, se o Brasil não acelerar o ritmo das mudanças no setor de gestão de resíduos sólidos, cerca de 40% do lixo produzido pela população continuará a ser descartado de forma incorreta em 2014, quando vence o prazo dado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos para que as cidades acabem com os lixões.
A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) apresentou estimativa que revela que o Brasil ainda deixa muito a desejar quando o assunto é a gestão de resíduos sólidos. Segundo a avaliação, o país avança lentamente no setor e, se não acelerar o ritmo, terá apenas 60% de seu lixo sendo destinado corretamente em 2014 – ano em que, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), todos os municípios brasileiros deveriam estar com seus lixões desativados e substituídos por aterros sanitários.
Ainda segundo a estimativa da Abrelpe, no ritmo em que está, o Brasil só vai conseguir universalizar a coleta de resíduos urbanos em 2020 ou mais. “A perspectiva da Abrelpe leva em conta as médias nacionais de gestão de resíduos. O Brasil é um país continental e as diferenças regionais são gritantes nesse setor, o que significa que o processo de universalização da coleta de resíduos urbanos pode atrasar ainda mais”, explica Carlos Silva Filho, diretor executivo da Associação. Divulgado em maio, o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2012 apontou que o país deu destino incorreto a quase 24 milhões de toneladas de lixo no ano passado, o que equivale a 168 estádios do Maracanã lotados.
Fonte : diHITT.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
IV Conferência Nacional do Meio Ambiente
Participe da IV Conferência Nacional do Meio Ambiente
Clipping12 de agosto de 2013Comente
Com o lema “Vamos cuidar do Brasil”, a IV Conferência Nacional do Meio Ambiente – IV CNMA, coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA, faz um convite para que a sociedade brasileira – governos, empresários e sociedade civil – se engaje no processo de democracia participativa.
Neste ano de 2013, a Câmara dos Deputados, através da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CMADS e do Programa E-Democracia, tem apoiado o processo de organização da Conferência, cujo tema é a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A IV CNMA é composta por vários eventos, seguindo o seguinte calendário:
Conferências Municipais/Regionais – de 1º de abril até 30 dias antes da respectiva Conferência Estadual;
Conferências Estaduais/Distrital – de 1º de julho a 10 de setembro;
Conferências Livres – de 1º de abril a 10 de setembro;
Conferência Virtual – de 26 de agosto a 10 de setembro; e
Conferência Nacional – de 24 a 27 de outubro.
A Conferência Virtual será realizada por meio do site do E-Democracia (www.edemocracia.leg.br). Antes do debate virtual, serão realizados também quatro vídeos chats, onde os principais assuntos propostos pela Conferência, como soluções para evitar o desperdício, redução da geração de lixo, eliminação dos lixões, valorização do processo de reciclagem e educação ambiental, serão amplamente discutidos. O horário previsto para os chats será sempre das 19h às 20h.
Fique atento às datas e acesse os links para os debates:
13/08 (terça-feira): eixo 1 – produção e consumo sustentáveis: ARIEL PARES – MMA;
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15701
dia 15/08 (quinta-feira): eixo 2 – redução de impactos ambientais: RONALDO HIPÓLITO SOARES – MMA;
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15702
dia 20/08 (terça-feira): eixo 3 – geração de emprego, trabalho e renda: DANIELA GOMES METELLO – Presidência da República (Comitê Interministerial de Inclusão dos Catadores);
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15703
dia 22/08 (quinta-feira): eixo 4 – educação ambiental: NILO SERGIO DE MELO DINIZ – MMA;
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15704
Fonte: MMA
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Participe da IV Conferência Nacional do Meio Ambiente
Clipping12 de agosto de 2013Comente
Com o lema “Vamos cuidar do Brasil”, a IV Conferência Nacional do Meio Ambiente – IV CNMA, coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA, faz um convite para que a sociedade brasileira – governos, empresários e sociedade civil – se engaje no processo de democracia participativa.
Neste ano de 2013, a Câmara dos Deputados, através da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CMADS e do Programa E-Democracia, tem apoiado o processo de organização da Conferência, cujo tema é a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A IV CNMA é composta por vários eventos, seguindo o seguinte calendário:
Conferências Municipais/Regionais – de 1º de abril até 30 dias antes da respectiva Conferência Estadual;
Conferências Estaduais/Distrital – de 1º de julho a 10 de setembro;
Conferências Livres – de 1º de abril a 10 de setembro;
Conferência Virtual – de 26 de agosto a 10 de setembro; e
Conferência Nacional – de 24 a 27 de outubro.
A Conferência Virtual será realizada por meio do site do E-Democracia (www.edemocracia.leg.br). Antes do debate virtual, serão realizados também quatro vídeos chats, onde os principais assuntos propostos pela Conferência, como soluções para evitar o desperdício, redução da geração de lixo, eliminação dos lixões, valorização do processo de reciclagem e educação ambiental, serão amplamente discutidos. O horário previsto para os chats será sempre das 19h às 20h.
Fique atento às datas e acesse os links para os debates:
13/08 (terça-feira): eixo 1 – produção e consumo sustentáveis: ARIEL PARES – MMA;
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15701
dia 15/08 (quinta-feira): eixo 2 – redução de impactos ambientais: RONALDO HIPÓLITO SOARES – MMA;
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15702
dia 20/08 (terça-feira): eixo 3 – geração de emprego, trabalho e renda: DANIELA GOMES METELLO – Presidência da República (Comitê Interministerial de Inclusão dos Catadores);
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15703
dia 22/08 (quinta-feira): eixo 4 – educação ambiental: NILO SERGIO DE MELO DINIZ – MMA;
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15704
Fonte: MMA
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Com o lema “Vamos
cuidar do Brasil”, a IV Conferência Nacional do Meio Ambiente – IV CNMA,
coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA, faz um convite para
que a sociedade brasileira – governos, empresários e sociedade civil –
se engaje no processo de democracia participativa.
Neste ano de 2013, a Câmara dos
Deputados, através da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento
Sustentável – CMADS e do Programa E-Democracia, tem apoiado o processo
de organização da Conferência, cujo tema é a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A IV CNMA é composta por vários eventos, seguindo o seguinte calendário:
- Conferências Municipais/Regionais – de 1º de abril até 30 dias antes da respectiva Conferência Estadual;
- Conferências Estaduais/Distrital – de 1º de julho a 10 de setembro;
- Conferências Livres – de 1º de abril a 10 de setembro;
- Conferência Virtual – de 26 de agosto a 10 de setembro; e
- Conferência Nacional – de 24 a 27 de outubro.
A Conferência Virtual será realizada por meio do site do E-Democracia (www.edemocracia.leg.br).
Antes do debate virtual, serão realizados também quatro vídeos chats,
onde os principais assuntos propostos pela Conferência, como soluções
para evitar o desperdício, redução da geração de lixo, eliminação dos
lixões, valorização do processo de reciclagem e educação ambiental,
serão amplamente discutidos. O horário previsto para os chats será
sempre das 19h às 20h.
Fique atento às datas e acesse os links para os debates:13/08 (terça-feira): eixo 1 – produção e consumo sustentáveis: ARIEL PARES – MMA;
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15701
dia 15/08 (quinta-feira): eixo 2 – redução de impactos ambientais: RONALDO HIPÓLITO SOARES – MMA;
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15702
dia 20/08 (terça-feira): eixo 3 – geração de emprego, trabalho e renda: DANIELA GOMES METELLO – Presidência da República (Comitê Interministerial de Inclusão dos Catadores);
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15703
dia 22/08 (quinta-feira): eixo 4 – educação ambiental: NILO SERGIO DE MELO DINIZ – MMA;
http://edemocracia.camara.gov.br/web/conferencia-virtual-do-meio-ambiente/bate-papo/-/bate-papo/sala/15704
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
"Quem cala, só mente" - Crônica do Penna (Presidente Nacional do Partido Verde)
Na recente visita do Papa, que deitou falação no intuito de revisar a velha imagem de poder do sumo pontífice, aproximando do que deve ser uma autoridade nos dias de hoje – despojada, corajosa e falando sobre tudo sem rodeios –, ele nos deixou uma lição. Poderia ficar calado distribuindo suas bênçãos, mas não. Falou, reconhecendo os escândalos do banco do Vaticano, das questões da homoafetividade e defendeu o caráter libertário da juventude.
Não é apenas sobre o Papa que quero falar, mas sobre o hábito de calar diante das circunstâncias. Lembro que, nos anos que antecederam as manifestações de hoje, o abatimento social, quedado sobretudo, gerava impotência na crítica e grande tranquilidade nos poderosos. Mesmo diante dos erros terríveis cometidos na gestão da política econômica, como premiar o transporte individual
(indústria automobilística) e, na política social, ficando no assistencialismo do Bolsa Família e do Minha casa, minha vida.
Calar é consentir, diz o ditado. Mas, na tradução da lei Vampeta, pode ser fingir, quando disse na sua passagem pelo Flamengo: ”Eles fingem que pagam e eu finjo que jogo. Tudo certo”.
Já para a justiça, calar é um direito diante da acusação, mas e não havendo acusação? Pode ter havido um erro na nossa educação. Ainda ouço as tias dizendo, impacientes, quando conversávamos animadamente: “CALADO
O fato é que tudo melhorou depois que muitos resolveram falar. Que as ruas falaram, levando um ruído demolidoraos palácios e câmaras, às chefias dos gabinetes públicos ou privados. E o sonho de um País melhor turbinou a sociedade. Por que não falamos antes? Quem cala só mente. Mente para si. E mente para todo mundo.
Fonte : www.deputadopenna.com.br
Não é apenas sobre o Papa que quero falar, mas sobre o hábito de calar diante das circunstâncias. Lembro que, nos anos que antecederam as manifestações de hoje, o abatimento social, quedado sobretudo, gerava impotência na crítica e grande tranquilidade nos poderosos. Mesmo diante dos erros terríveis cometidos na gestão da política econômica, como premiar o transporte individual
(indústria automobilística) e, na política social, ficando no assistencialismo do Bolsa Família e do Minha casa, minha vida.
Calar é consentir, diz o ditado. Mas, na tradução da lei Vampeta, pode ser fingir, quando disse na sua passagem pelo Flamengo: ”Eles fingem que pagam e eu finjo que jogo. Tudo certo”.
Já para a justiça, calar é um direito diante da acusação, mas e não havendo acusação? Pode ter havido um erro na nossa educação. Ainda ouço as tias dizendo, impacientes, quando conversávamos animadamente: “CALADO
O fato é que tudo melhorou depois que muitos resolveram falar. Que as ruas falaram, levando um ruído demolidoraos palácios e câmaras, às chefias dos gabinetes públicos ou privados. E o sonho de um País melhor turbinou a sociedade. Por que não falamos antes? Quem cala só mente. Mente para si. E mente para todo mundo.
Fonte : www.deputadopenna.com.br
Na
recente visita do Papa, que deitou falação no intuito de revisar a
velha imagem de poder do sumo pontífice, aproximando do que deve ser uma
autoridade nos dias de hoje – despojada, corajosa e falando sobre tudo
sem rodeios –, ele nos deixou uma lição. Poderia ficar calado
distribuindo suas bênçãos, mas não. Falou, reconhecendo os escândalos do
banco do Vaticano, das questões da homoafetividade e defendeu o caráter
libertário da juventude.
Não é apenas sobre o Papa que quero
falar, mas sobre o hábito de calar diante das circunstâncias. Lembro
que, nos anos que antecederam as manifestações de hoje, o abatimento
social, quedado sobretudo, gerava impotência na crítica e grande
tranquilidade nos poderosos. Mesmo diante dos erros terríveis cometidos
na gestão da política econômica, como premiar o transporte individual
(indústria automobilística) e, na política social, ficando no
assistencialismo do Bolsa Família e do Minha casa, minha vida. Para
citar alguns.
Calar é consentir, diz o ditado. Mas, na
tradução da lei Vampeta, pode ser fingir, quando disse na sua passagem
pelo Flamengo: ”Eles fingem que pagam e eu finjo que jogo. Tudo certo”.
Já para a justiça, calar é um direito diante da acusação, mas e não
havendo acusação? Pode ter havido um erro na nossa educação. Ainda ouço
as tias dizendo, impacientes, quando conversávamos animadamente: “CALADO
!”
O fato é que tudo melhorou depois que
muitos resolveram falar. Que as ruas falaram, levando um ruído demolidor
aos palácios e câmaras, às chefias dos gabinetes públicos ou privados. E
o sonho de um País melhor turbinou a sociedade. Por que não falamos
antes? Quem cala só mente. Mente para si. E mente para todo mundo.
Fonte : www.deputadopenna.com.br
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Museu do índio retorna para mãos indígenas!
A decisão do governo do Rio de Janeiro de devolver o prédio do antigo Museu do Índio às lideranças indígenas foi comemorada pela bancada do PV na Câmara dos Deputados. A decisão foi divulgada em nota semana passada, pela Secretaria Estadual de Cultura, e os trâmites para devolução já foram iniciados.
Para os verdes a devolução é uma demonstração de preservação e respeito e aos índios. “O prédio tem valor histórico e é um símbolo da luta do Brasil em defesa da cultura indígena”, defendeu líder Sarney Filho (MA).
Desde a decisão do governo do Rio de demolir o prédio, a bancada do PV saiu em defesa do local. Em novembro de 2012, o líder, deputado Sarney Filho (MA), ao tomar conhecimento do projeto de demolição do prédio, encaminhou imediatamente ofícios à Presidência da Câmara dos Deputados, à presidente Dilma Rousseff e ao governador Sérgio Cabral destacando a importância histórica do prédio e solicitando o seu tombamento.
O prédio do antigo Museu do Índio foi construído no século 19 e abrigou o Serviço de Proteção ao Índio, comandado pelo marechal Cândido Rondon. Transformado em museu, o local teve entre seus diretores o antropólogo Darcy Ribeiro. O governo do Rio cogitou demolir o prédio, como parte das obras de reforma do Maracanã, mas, depois dos protestos, desistiu e chegou a planejar a instalação de um museu olímpico no local. Apesar do valor histórico e cultural para os povos indígenas, o prédio não era tombado pelos órgãos municipal, estadual ou federal de preservação do patrimônio.
Fonte : Liderança do PV
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Banco Mundial restringe financiamento a carvão mineral
Anunciada na última semana, a decisão do Banco Mundial e do Banco Europeu de Investimentos de restringir o financiamento de usinas geradoras de energia movidas a carvão mineral é um avanço bem vindo em direção a um futuro mais sustentável e outras instituições em todo o planeta deveriam seguir esse exemplo imediatamente, avalia a Rede WWF. Instituições financeiras internacionais como o Banco Mundial, o Banco de Desenvolvimento da Ásia, o Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento, o Banco Africano de Desenvolvimento e o brasileiro Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) têm uma oportunidade para modelar uma mudança mundial em direção às fontes sustentáveis de energia, com baixas emissões de gases de efeito estufa e menores impactos socioambientais. “Para termos uma chance efetiva de enfrentar as mudanças climáticas, o mundo precisa se afastar dos combustíveis fósseis totalmente.
Enquanto ajuda os países em desenvolvimento a aumentar seu acesso à energia e fazer a transição para um crescimento econômico de baixo carbono, o Banco Mundial deve, gradativamente, retirar seu apoio a qualquer tipo de geração de energia baseado em combustíveis fósseis, em consonância com sua política de fomentar ações no campo de mudanças climáticas,” reforçou Samantha Smith. Brasil na contramão – Enquanto instituições financeiras globais acenam com o corte de financiamentos e subsídios ao uso de combustíveis que aceleram e ampliam o aquecimento global e governos e investidores privados em diversos países elevam investimentos em energia solar, eólica e biomassa, o Governo Brasileiro destina mais recursos à geração de energia com combustíveis fósseis.
Mais de 68% dos investimentos previstos no Plano Decenal de Energia 2021 terão como destino o setor de petróleo e gás e as térmicas a carvão voltarão aos leilões oficias para geração de energia. “Por ter um grande potencial em energias renováveis, o Brasil poderia se tornar um exemplo global investindo mais em fontes de baixo carbono e de menor impacto ambiental. Cabe ao Governo Federal estabelecer metas ambiciosas de expansão dessas fontes e redirecionar investimentos hoje destinados aos combustíveis fósseis e à construção de grandes hidrelétricas”, ressaltou Carlos Rittl, coordenador do Programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil. “Com planejamento e políticas estratégicas adequadas, além de medidas de eficiência energética, é possível atender a uma parte significativa da demanda por eletricidade a partir de fontes de menor impacto, fazendo com que deixem de ser apenas alternativas para se tornarem prioritárias numa matriz energética nacional realmente sustentável”, completou Rittl.
Alinhada com essas necessidades, a nova campanha global sobre energia da Rede WWF, Seize Your Power, conclama as instituições financeiras mundiais a aumentarem significativamente seu financiamento para fontes renováveis e sustentáveis de energia e a cortarem o financiamento aos combustíveis fósseis. Afinal, os níveis globais de emissões de gases de efeito estufa requerem ações drásticas e urgentes para limitar o aquecimento global.
Fonte : WWF
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Reformulação Lei Maria da Penha
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 5822/13, da deputada Rosane Ferreira (PV-PR), que altera a Lei Maria da Penha (Lei 11340/06) para incluir a violação da intimidade da mulher na internet no rol das formas de violência doméstica e familiar.
De acordo com a proposta, vídeo, fotografia ou áudio, bem como possíveis montagens, captados no ambiente doméstico e familiar e divulgados na internet sem o consentimento da mulher, com o objetivo de constrange-la, serão tipificados como crime de violência doméstica contra a mulher.
Rosane Ferreira explica que essa conduta tem sido praticada por cônjuges ou ex-cônjuges que se valeram da condição de coabitação ou de hospitalidade para obter tais informações e divulgá-las, principalmente em sites de redes sociais – que já figuram como verdadeiros espaços públicos virtuais.
“De acordo com as projeções da Fundação Getúlio Vargas, o Brasil terá, em 2016, um computador por habitante, o que torna cada vez mais danosa e progressiva a forma de violência que evidenciamos e buscamos coibir”, complementa a deputada.
Fonte : Bancada Verde
De acordo com a proposta, vídeo, fotografia ou áudio, bem como possíveis montagens, captados no ambiente doméstico e familiar e divulgados na internet sem o consentimento da mulher, com o objetivo de constrange-la, serão tipificados como crime de violência doméstica contra a mulher.
Rosane Ferreira explica que essa conduta tem sido praticada por cônjuges ou ex-cônjuges que se valeram da condição de coabitação ou de hospitalidade para obter tais informações e divulgá-las, principalmente em sites de redes sociais – que já figuram como verdadeiros espaços públicos virtuais.
“De acordo com as projeções da Fundação Getúlio Vargas, o Brasil terá, em 2016, um computador por habitante, o que torna cada vez mais danosa e progressiva a forma de violência que evidenciamos e buscamos coibir”, complementa a deputada.
Fonte : Bancada Verde
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Popularidade Dilma em baixa!
Rede social do governo tem comunidade que pede 'Fora Dilma, Fora PT, Não Lula'
DE BRASÍLIA
Lançada nesta quarta-feira (17) em versão experimental, a rede social do governo federal já tem uma comunidade intitulada "Fora Dilma, Fora PT, Não Lula".
"É isso mesmo que você leu, se fizer uma 'reforminha' e continuar com o PT no poder de nada vai adiantar, tem de haver alternância de poder, só assim temos democracia", diz a apresentação da comunidade.
No rastro das manifestações que tomaram conta do país e escancararam uma insatisfação generalizada contra políticos, o governo tenta conquistar os jovens com a rede social "Participatório" --abreviação de Observatório Participativo da Juventude.
Além da comunidade anti-PT, o espaço virtual também sofreu críticas do próprio ex-presidente Lula.
"Lula me ligou e perguntou que nome era esse, se era porque eu era da igreja. Falei que ele era velho e que esse é o nome que a meninada usa", disse o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) durante o lançamento do site.
O Participatório está na web desde segunda-feira, mas foi formalmente lançado ontem. Diante de críticas de que se trata de uma rede "chapa branca", o governo afirma que a moderação será feita somente após a postagem dos comentários.
Com apenas três integrantes, a comunidade "Fora Dilma" não era a mais popular do site. "Política e participação social", "Mudanças que o país precisa" e "Reforma política" até a noite de ontem tinham maior número de participantes, com aproximadamente 50 pessoas cada uma.
Especialista em informática e educação, o professor da Universidade de Brasília Lúcio Teles diz que a rede pode ser mais importante para o governo do que para os jovens.
"O sucesso da ferramenta depende de como o governo vai lidar com as críticas e responder as demandas." Segundo ele, usar as redes já existentes, como Facebook ou Twitter, poderia ser mais eficiente para o diálogo.
Para o governo, contudo, o site vai servir para "errar menos". "Temos que ter a coragem do diálogo, de ouvir aquilo que nos agrada e nos desagrada", disse Carvalho.
Apesar de ter sido anunciado na esteira dos protestos, o projeto estava em gestação desde 2011. (FERNANDA ODILLA)
quinta-feira, 11 de julho de 2013
PV MULHER
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